Após 48 horas, cerca de 750 mil moradores continuam sem água

Segundo a Sabesp, término dos reparos deve acontecer nesta 3ª; algumas regiões são abastecidas parcialmente

Ricardo Valota, do estadao.com.br,

09 Fevereiro 2010 | 07h42

Moradores da favela de Paraisópolis fazem fila para pegar água

 

SÃO PAULO - Cerca de 750 mil moradores das regiões sul e oeste da capital paulista e de parte dos municípios de Embu, Taboão da Serra e Cotia, na Grande São Paulo, continuam com problemas no abastecimento de água, que completam 48 horas nesta manhã de terça-feira, 9.

 

Segundo a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), no início da noite de segunda-feira, 8, os moradores de Paraisópolis, um dos bairros afetados pela falta d'água causada pelo estouro da adutora Theodoro Ramos, de 1,5 metro de diâmetro, que fica entre as avenidas Roque Petroni Junior e Doutor Chucri Zaidan, no Morumbi, receberam caminhões-pipa como forma de amenizar o problema.

 

Desde as 20 horas de segunda-feira, as regiões do Butantã, Vila Sônia, em São Paulo; Granja Viana, em Cotia, e parte de Taboão da Serra e Embu, estão sendo abastecidos de forma parcial, no sistema de rodízio, após redirecionamento feito pela Sabesp nas redes de distribuição da região. Na manhã desta terça-feira, os direcionamentos serão feitos para a região do Morumbi e Paraisópolis.

 

A empresa afirma que a tubulação está numa profundidade de oito metros e que "trata-se de área de difícil acesso, em razão da proximidade com o córrego Cordeiro.

 

Texto atualizado às 12h40.

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