Nilton Fukuda/AE
Nilton Fukuda/AE

Após 2 anos, Praça Roosevelt é reaberta em clima de festa

Kassab e grande parte de seu secretariado foram à inauguração; movimento Passe Livre aproveitou para fazer protesto

Juliana Deodoro, de O Estado de S.Paulo,

30 de setembro de 2012 | 03h02

SÃO PAULO - O prefeito Gilberto Kassab (PSD) inaugurou, na manhã deste sábado, a Praça Roosevelt, no centro da capital paulista. O clima era de festa, com direito à banda da Guarda Civil Metropolitana (GCM) e participação de parte do secretariado. Manifestantes contra a gestão atual também marcaram presença.

A inauguração teve protesto do Movimento Passe Livre, que desejava entregar ao prefeito o Troféu Catraca, uma "premiação" por "ter tornado a cidade mais inacessível". Um grupo de dez pessoas começou a tocar músicas assim que Kassab tomou a palavra. "Viemos homenagear a falta de acesso desta praça tão bonita e feita para tão poucos", ironizou um dos jovens, que se identificou só como Marcelo. Acabaram expulsos da praça.

Repercussão. "O projeto é algo maior do que aparenta ser. Este entorno será talvez o maior espaço da América Latina a oferecer uma programação de qualidade", disse Pedro Hertz, presidente da Sociedade de Cultura Artística.

Um conselho, sob coordenação da Subprefeitura da Sé, ficará responsável pela gestão da praça. Farão parte a GCM, a Polícia Militar, representantes das duas igrejas ali presentes (uma católica, outra presbiteriana), além da Ação Local da Praça Roosevelt.

Segundo o presidente da Ação Local, João Carlos Santos, a criação do conselho será importante para integrar a praça à sociedade. Cadeirante, Santos critica a falta de acessibilidade. Para entrar na praça pelo lado da Rua Martinho Prado, é necessário descer quase até a Igreja da Consolação.

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