Após 15 horas, termina rebelião em presídio de Iaras, em SP

Três carcereiros foram feitos reféns e soltos sem ferimentos; não há informações sobre motivos do motim

Solange Spigliatti, do estadao.com.br,

04 de setembro de 2008 | 08h31

Após 15 horas terminou a rebelião na Penitenciária Orlando Brando Filinto, em Iaras, no interior de São Paulo. Os presos começaram o motim por volta das 16 horas da quarta-feira e a rebelião terminou às 7 horas desta quinta-feira, 4. Ainda não há informações sobre o que teria causado a rebelião, segundo informações da Secretaria de Administração Penitenciária (SAP).   Os presos fizeram três carcereiros reféns, que foram liberados sem ferimentos. A direção do presídio coordenou as negociações e, após o fim da rebelião, funcionários faziam a recontagem dos presos. Familiares de funcionários disseram que o prédio tem capacidade para 700 presos e estava com aproximadamente 1.200. A SAP aguardava informações da direção do presídio para depois se manifestar.   Localizada próxima à Rodovia Castello Branco, a penitenciária de Iaras é tradicionalmente ocupada para abrigar membros do Primeiro Comando da Capital (PCC) e já teve várias rebeliões. Na quarta, funcionários diziam que grande parte das instalações haviam sido quebradas pelos amotinados, que exigiam a presença de autoridades para negociar.   Iaras é um pequeno município, de 4 mil habitantes e, além da penitenciária, também abriga uma unidade da Fundação Casa (ex-Febem). Os dois estabelecimentos são considerados de alto risco em função da clientela que para eles é encaminhada.   (Com informações de Jair Aceituno, de O Estado de S.Paulo.)

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