Aperto não deve ser resolvido antes da Copa de 2014

O aperto para passageiros e aviões nos aeroportos brasileiros não deve estar equacionado antes da Copa de 2014. Após anos de investimentos tímidos, há quase tudo por fazer - ampliação de pistas, construção de terminais, vagas em pátio para aviões e em garagens para os carros. Isso sem contar os problemas de acesso - Cumbica, por exemplo, não conta até hoje com uma ligação ferroviária.

Bruno Tavares, O Estado de S.Paulo

07 Janeiro 2011 | 00h00

São muitas as promessas para reverter esse quadro caótico. A presidente Dilma Rousseff planeja criar uma secretaria para cuidar exclusivamente da aviação civil e estuda abrir o capital da Infraero para permitir que a iniciativa privada participe da construção de novos terminais. Antes mesmo dessa definição, a estatal já anunciou que vai investir R$ 6,4 bilhões até 2014.

Já o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, diz apoiar a construção do trem-bala entre Rio e São Paulo (projeto que também vai interligar os aeroportos) e promete tirar do papel o trem expresso entre a capital e Guarulhos, embora com a ressalva de que a ligação não tem o objetivo de atender ao aeroporto, mas sim à população daquela cidade.

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