Apertem os cintos, o copiloto vai sumir

Sempre na vanguarda da pindaíba das companhias aéreas internacionais, a irlandesa Ryanair está propondo às autoridades de aviação europeias o fim da figura do copiloto em voos comerciais de curta distância. Argumenta que, nesses casos, tal profissional é tão "desnecessário" quanto lanche ou toalete a bordo.

Tutty Vasques, O Estado de S.Paulo

11 Setembro 2010 | 00h00

Vai chegar o dia em que os aviões da Ryanair vão funcionar como as vans: só com o motorista e alguém na janela anunciando o destino. Vão parar em qualquer lugar que lhes fizerem sinal. Já não usam os grandes aeroportos para cortar esse gasto administrativo com as despesas com pessoal de terra. Sem essa frescura de balcão de check-in ou despachantes de malas (bagagens, só de mão), costumam fazer ponto em pistas meio longe de tudo. O táxi até o hotel custa, por vezes, mais caro que a passagem aérea e, ainda assim, compensa.

Quando tirarem o copiloto da parada, vai ficar praticamente de graça ir de Paris a Barcelona. A companhia tem, decerto, planos de acabar com as comissárias de bordo durante os voos. Elas atuariam em número reduzido apenas enquanto o avião estiver em solo. No futuro, uma aeromoça vai te despachar em Lisboa, outra te receberá em Amsterdã, e lamba os beiços. Enquanto não economizarem em turbinas, tudo bem!

Já ganhou!

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Pura verdade

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A inveja é uma...

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Defesa civil

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Com dois dês

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