'Apagões' no Campo Belo

AES ELETROPAULO - FALHA ESTRUTURAL

O Estado de S.Paulo

28 de fevereiro de 2013 | 02h05

Com grande frequência alguns prédios e casas na região do Campo Belo ficam às escuras. Mais concretamente em ruas como João Álvares Soares, Zacarias de Góis e República do Iraque, nos quarteirões que fazem esquina com a Rua Gabriele d'Annunzio. Problemas com chuvas, ventos, galhos? Nada disso! É problema estrutural mesmo, que já dura 15, 20 anos. Onde estão as chefias, os engenheiros e os técnicos da AES Eletropaulo que tenham "energia" e "luz" para resolver de uma vez por todas esse problema? Não dá para suportar mais esses apagões. E obrigar os moradores a comprar geradores, além de ser uma alternativa cara, não é uma solução justa!

WALDEMAR LUIZ KUNSCH / SÃO PAULO

A AES Eletropaulo informa que as principais interrupções registradas na região foram ocasionadas por queda de galhos de árvore e objetos arremessados contra a rede elétrica. Além disso, entre 2010 e 2012, a distribuidora podou mais de 700 árvores que estavam em contato com a fiação elétrica na região. Neste ano, afirma que continuará realizando manutenções a fim de minimizar os impactos de desligamentos neste circuito de energia.

O leitor reclama: Era de prever essa resposta da AES Eletropaulo para um problema que é estrutural. A frequência das interrupções de energia na região pouco tem a ver com as causas apontadas pela distribuidora. Por que os técnicos da Eletropaulo não analisam de uma vez o estado dos transformadores e da fiação aérea da região?

AV. REPÚBLICA DO LÍBANO

Semáforo quebrado

Faz uma semana que um semáforo para pedestres está quebrado em uma das principais avenidas de São Paulo: Avenida República do Líbano, altura do número 385. O semáforo fica aberto somente para veículos. No local há um tráfego muito grande de pedestres, pois há várias clínicas, laboratórios e imobiliárias na região. Já abri um reclamação na CET e nada. Será que estão esperando acontecer algum atropelamento?

MARCIA ANDRADE / SÃO PAULO

A CET informa que o semáforo de pedestres na Av. República do Líbano é do tipo acionado por botoeira, ou seja, o tráfego só é interrompido quando um pedestre aciona um dos botões existentes nas colunas semafóricas. Foi realizada vistoria no equipamento e todas as botoeiras estão funcionando normalmente. Ressalta que, para a segurança dos pedestres e motoristas, a travessia no local é feita em duas etapas. O pedestre caminha da calçada até o canteiro central, percorre um pequeno trecho no canteiro central até o próximo semáforo e, em seguida, faz o restante da travessia.

A leitora reclama: Será que a CET realmente leu a minha mensagem? O semáforo estava quebrado! O pedestre apertava a botoeira e o sinal continuava aberto somente para veículos. Essa situação somente mudou porque, além da minha reclamação feita à Coluna, houve outras por parte de diversas pessoas. Assim, após mais de uma semana com o semáforo quebrado, a CET conseguiu consertá-lo. Gostaria que a CET não subestimasse a minha inteligência e a dos demais pedestres que circularam neste semáforo correndo o risco de serem atropelados. Esse tipo de resposta é ridículo e eu teria vergonha de enviá-lo.

NET

Reajuste abusivo

Em dezembro de 2012 fiz o upgrade do meu Combo NET e passei a pagar um plano mais caro. Em fevereiro, minha mensalidade veio com reajuste. Reclamei na empresa (esgotando as vias administrativas na Ouvidoria) de que o reajuste acordado é anual. A resposta foi de que a "data-base" é sempre a da primeira assinatura do cliente, independentemente dos planos que ele venha a assinar em seguida. Mesmo explicando a flagrante ilegalidade, a empresa se recusou a efetuar o reajuste apenas em dezembro de 2013. Contando com a morosidade e a ineficiência das varas cíveis, a empresa achaca impunemente seus clientes.

ALEXANDRE Z. TEBECHRANI

/ SÃO PAULO

A NET informa que, em contato com o leitor, solucionou o caso.

O leitor comenta: De fato, após denúncia à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), a NET mudou seu comportamento no meu caso. Repito: no meu caso. No entanto, a prática da empresa segue a mesma (ilegal e abusiva) com todos os outros clientes que não reclamam ou que não são "chatos" como eu.

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