'Apagões' constantes

AES ELETROPAULO ESTÁ TOMANDO PROVIDÊNCIAS?

O Estado de S.Paulo

22 Janeiro 2013 | 02h02

Na região da Granja Viana são constantes as interrupções de fornecimento de energia elétrica, mas, em 2013, parece que o problema vai bater todos os recordes. No primeiro dia do ano fomos brindados com um apagão prolongado e, até o dia 9, já tínhamos contado 11 interrupções! O tempo que ficamos sem energia varia de 3 a 20 horas, faça chuva ou faça sol. Como consumidor e cidadão, exijo da AES Eletropaulo informações não sobre as causas (reais ou alegadas pela fornecedora) do "fenômeno", mas sobre as providências urgentes que, quero crer, estejam sendo tomadas a toda velocidade para a sua solução definitiva, e para quando essa solução está prevista.

JAN KROTOSZYNSKI / CARAPICUÍBA

A AES Eletropaulo diz que a região citada se caracteriza por densa arborização, sendo a queda de galhos de árvores a principal causa dos desligamentos. Em 2012, cerca de 1.700 árvores foram podadas e foram realizados serviços para a proteção da rede elétrica e instalação de religadoras automáticas, que evitam o deslocamento de equipes para reparos na rede em casos de defeito transitório. Este ano estão previstas mais de mil podas e a modernização de equipamentos.

O leitor comenta: Espero que as providências surtam efeito rapidamente, pois como está não pode ficar. Moro na região há mais de 40 anos e posso afiançar que a área sempre foi fartamente arborizada e o problema não existia antes. Uma concessionária de serviço público tem a obrigação de prestar o serviço ou confessar sua incompetência ou impossibilidade de fazê-lo e se retirar da atividade.

PARAÍSO - BURACOS

Ruas sem asfalto há 1 mês

Em meados de dezembro a Prefeitura removeu a cobertura asfáltica de algumas ruas do bairro do Paraíso, entre essas a daminha casa (Rua Mário Amaral). Após quase um mês sem asfalto, as chuvas de verão abriram muitos buracos nas vias, como era de esperar. Sinceramente, não entendo por que ainda não foi reposta a cobertura asfáltica nessas vias. Se não tinham previsão para reposição, por que tiraram a cobertura anterior? E, já que a tiraram, por que não puseram outra?

ANDRÉ MARQUE REBELO

/ SÃO PAULO

A Secretaria de Coordenação das Subprefeituras informou que o recapeamento da Rua Mário Amaral teve início na noite do dia 7 de janeiro. Caso as condições meteorológicas não atrapalhassem, o serviço deveria ser concluído em 14 de janeiro.

O leitor desmente: Até o dia 14 de janeiro nada tinha sido feito. Gostaria de uma explicação da administração regional: por que retirar o revestimento asfáltico e deixar ruas sem cobertura por mais de um mês?

CET - SEM CONVERSA

Talão de Zona Azul inválido

Em 3 de janeiro estacionei o carro no Parque do Ibirapuera, em frente à Oca. Ao voltar da visita, havia uma multa no carro, embora eu estivesse com o cartão de Zona Azul. Dirigi-me à funcionária da CET que fez a autuação e, segundo ela explicou, meu talão havia "perdido a validade". Aleguei que o talão não tinha prazo de validade e ela disse que meu talão não valia mais - por causa da grande quantidade de talões falsos, a CET havia mudado o cartão de Zona Azul e a notícia havia sido divulgada na imprensa. Argumentei que moro no interior, que não estava sabendo da notícia e que meu talão não era falso, como ela poderia atestar. Tudo em vão! A funcionária não suspendeu a infração e ainda me mandou procurar os meus direitos.

ARMANDO AZEVEDO PORTAS

/ CAMPINAS

A CET informa que, para aumentar a segurança contra furtos e roubos, lançou, em janeiro de 2009, um novo talão de Zona Azul. Ele possui recursos de rastreabilidade, por meio de código de barras, e foi desenvolvido com apoio de peritos especializados em segurança de documentos. As folhas antigas de Zona Azul puderam ser utilizadas por um período de 120 dias. Após essa data, mesmo perdendo a validade de uso, as folhas ainda podem ser trocadas sem ônus na CET. A mudança do modelo de Zona Azul e os procedimentos para troca foram amplamente divulgados por meio da imprensa, site da CET e nos postos oficiais de venda. Caso se sinta prejudicado, o leitor pode interpor recurso administrativo contra a penalidade, que será julgado pela Junta Administrativa de Recursos de Infrações (Jari).

O leitor reclama: Não me foi dado o direito à informação nem a agente que me multou pensou em me advertir e pedir para comprar um novo talão.

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