Anvisa apurará retirada de menino de voo da Gol

Neto da coreógrafa Deborah Colker tem doença de pele não contagiosa

O Estado de S.Paulo

22 de agosto de 2013 | 02h05

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou nessa quarta-feira, 21, que vai apurar os procedimentos adotados por piloto e comissários da Gol que barraram o embarque do neto de 4 anos da coreógrafa Deborah Colker em um voo entre Salvador e o Rio, na segunda-feira, 19. O menino tem uma doença de pele não contagiosa. A agência disse que não foi acionada pela empresa para avaliar o caso.

Na terça-feira, 20, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) entrou com um ofício para exigir explicações da Gol. A Anac investiga o caso para saber se houve infração ao Código Brasileiro de Aeronáutica (CBAer), que poderá gerar multas de até R$ 10 mil.

Deborah se disse constrangida e promete acionar judicialmente a companhia após ser barrada no voo com o neto, que possui epidermólise bolhosa, uma doença genética não contagiosa. "Meu filho foi discriminado, violentado verbalmente. Sofreu preconceito por ter sua pele diferente", afirmou Clara Colker, filha de Deborah e mãe de Theo, em seu perfil no Facebook.

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