Antes, o golpe da 'janelinha'

Em 2008, a Prefeitura de São Paulo anunciou a proibição da recarga do bilhete único na catraca pelo cobrador. Anteriormente, o passageiro que estivesse com o cartão descarregado podia pagar a tarifa e validar o bilhete para garantir o direito de fazer mais três viagens, sem custo, no prazo de duas horas.

O Estado de S.Paulo

13 de fevereiro de 2012 | 03h07

Esse processo, no entanto, dava margem à chamada fraude da "janelinha". Dois passageiros dividiam o mesmo cartão. Um deles pagava a tarifa na catraca e depois entregava o bilhete, pela janela, para quem estava do lado de fora do ônibus. Assim, era possível fazer mais três viagens de graça. Hoje, o sistema bloqueia qualquer tentativa de passar o cartão em sequência na mesma catraca. A fraude causava rombo de R$ 50 milhões por ano.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.