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Antes do 2º show, Paul aproveita para velejar

Após passar manhã em hotel, beatle despistou fãs e jornalistas e foi à Baía da Guanabara; à tarde, plateia seleta assistiu à passagem de som no Engenhão

Roberta Pennafort / RIO e Bernardo Moura Especial para o Estado, O Estado de S.Paulo

24 de maio de 2011 | 00h00

No dia seguinte à sua primeira apresentação no Rio, o ex-beatle Paul McCartney acordou no fim da manhã e só apareceu na sacada do Hotel Copacabana Palace às 11h, com ar de cansaço. Mas, no início da tarde, mostrou disposição e boa forma ao velejar na Baía de Guanabara. Ele foi fotografado no Iate Clube, na Urca, zona sul da cidade. Paul estava sozinho e vestia camisa branca, short e boné. Para despistar fãs e jornalistas que o esperavam na porta do hotel, saiu pela porta dos fundos.

No fim da tarde, o ex-beatle deixou o hotel e foi ao Engenhão fazer a passagem de som, por volta das 16h30. Os primeiros fãs que estavam na fila - gente que chegou às 7h - foram autorizados a entrar, em pequenos grupos de dez pessoas. Também assistiram à preparação da banda 200 espectadores reunidos em camarote especial organizado pela produção do show. A regalia custou US$ 1,7 mil por pessoa.

Durante o dia, o assunto nas redes sociais foi o sucesso da homenagem que emocionou o cantor no show de domingo. A ideia de levar papéis com apenas uma sílaba (NA) surgiu no Facebook. Durante a execução de Hey Jude, os cartazes foram exibidos às centenas no momento do coro "Na na na na", em meio a balões coloridos. Para o show de ontem, nova homenagem havia sido programada - balões na música Sgt. Pepper"s e um leque com declaração de amor ao ex-beatle.

E Paul começou a última apresentação no Rio pontualmente às 21h30. Ovacionado pela multidão que lotava o Engenhão, apostou em Magical Mystery Tour, dos Beatles, para a abertura. E não foi a única mudança no roteiro. Também incluiu Comin" Up e Got to Get You Into My Life e tirou do repertório Drive My Car e contou que compôs Blackbird para confortar os americanos na luta pelos direitos civis, nos anos 1960. Além das clássicas parcerias com John Lennon, ele também fez outras referências, acrescentando o refrão de Give Peace a Chance no fim de A Day in the Life e dedicando ao amigo outra canção, Here Today. / COLABOROU LAURO LISBOA GARCIA

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