ANS só monitora o prazo máximo de atendimento

Atualmente não existe regra no País que obrigue uma operadora de saúde a aumentar a sua rede de médicos, clínicas e hospitais credenciados na mesma proporção em que aumenta o número de beneficiários. A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) só monitora o acesso dos beneficiários por meio da norma que determina prazos máximos de atendimento para agendamento de consultas, exames e cirurgias, em vigor desde dezembro de 2011. O problema é que a norma estabelece que a operadora ofereça pelo menos um profissional, mas não garante que o médico seja o escolhido pelo usuário.

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