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Análise: Licitação de ônibus está parada e Município 'empurra com a barriga'

'A idade média de 4 anos e 9 meses da frota ainda não é tão ruim, mas a tendência é que esse número piore'

Horácio Augusto Figueira, O Estado de S.Paulo

30 Abril 2016 | 05h00

É um absurdo um enrosco por tanto tempo entre Prefeitura e Tribunal de Contas para que se chegue a um entendimento para destravar a licitação dos ônibus da cidade. O processo está parado e o Município vai lidando com isso, “empurrando com a barriga”. 

Seria preciso que a SPTrans, os empresários, o TCM e outros agentes sentassem juntos, definissem parâmetros, formas como propor a licitação e como fazer a execução, para que esse processo seguisse de forma rápida, com o objetivo de se pensar no bem do cidadão, porque é isso o que importa. Mas há uma falta de vontade de se construir consensos no País ultimamente, o que dificulta esse tipo de processo.

A idade média de 4 anos e 9 meses ainda não é tão ruim. No passado, a cidade já teve uma frota mais antiga. Mas, se esse processo de licitação não for resolvido logo, a tendência é que esse número piore. E as consequências disso, aí sim, podem ser muito ruins para o cidadão.

HORÁCIO AUGUSTO FIGUEIRA É ENGENHEIRO E CONSULTOR DE MOBILIDADES

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