ANÁLISE: Consórcio deve arcar com ônibus em casos excepcionais

As viações fazem parte de um consórcio que ganhou a licitação para operar uma área. Logo, em caso de emergência, quem tem de oferecer condições de suprir a deficiência é o consórcio. Sou a favor de que haja uma frota estratégica para emergências, que poderia ser criada pela ampliação da reserva técnica no contrato de concessão. Não é preciso uma empresa pública.

Flamínio Fichmann, É consultor de transportes, O Estado de S.Paulo

05 de setembro de 2013 | 02h03

A SPTrans tem garagens para a frota estratégica, que as empresas somente poderiam utilizar em alguma situação especial. Dessa maneira, a população não ficaria refém em momentos de crise. Sou contra criar uma empresa para operar somente com linhas deficitárias. O resultado será deficitário para o Município e os empresários ficarão só com a parte mais lucrativa. Em geral, o sistema é rentável. É possível um novo modelo de concessão que permita a convivência entre o lucro empresarial e um ótimo sistema de ônibus. Pagamos por esse serviço e merecemos isso.

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