Alunos sem quadra coberta

ESCOLA ESTADUAL EM ARTUR ALVIM

O Estado de S.Paulo

21 de fevereiro de 2012 | 03h02

A Escola Estadual Engenheiro Octavio Marcondes Ferraz, em Artur Alvim, cedeu parte de seu terreno para a construção de uma Escola Técnica Estadual (Etec). Imediatamente foi coberta uma quadra de uso restrito dos alunos da Etec, mas os alunos do Ensino Fundamental I, com idades entre 6 e 10 anos, são obrigados a frequentar aulas de educação física numa quadra descoberta. Em dias de chuva as aulas ficam comprometidas e, em dias de sol, se tornam estafantes. A comunidade já pediu a cobertura da quadra esportiva, mas nada foi feito.

ROGÉRIO LIMA GONÇALVES / SÃO PAULO

A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo informa que o projeto da construção da cobertura da quadra de esportes da Escola Estadual Octavio Marcondes Ferraz já foi aprovado. No momento, a Fundação para o Desenvolvimento da Educação prepara a documentação necessária para a abertura da licitação. Ressalta que, na escola que atende alunos do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental, as atividades recreativas podem ser realizadas no pátio coberto do prédio escolar.

O leitor questiona: O pátio coberto não é adequado às atividades, pois, no local, os alunos têm de dividir o espaço com mesas e cadeiras. Além disso, a área tem pias de azulejos com quinas perigosas, pisos escorregadios e pilares que oferecem igual risco. Sem contar que, por causa da grande quantidade de salas, duas ou mais turmas dividem o pátio para realizar atividades esportivas. E algumas salas de aula ficam ao lado desse pátio e qualquer barulho atrapalha a concentração dos outros estudantes. Atividade física com crianças não combina com silêncio.

SANTO ANDRÉ

Iluminação e desperdício

De uns anos para cá, na cidade de Santo André, mudou a empresa responsável por gerenciar a troca de lâmpadas e o horário de iluminação das ruas e praças públicas, e o serviço, antes prestado pela CPFL com eficiência, piorou muito. De 25/12 a 30/1, entre o n.º 2.800 e o n.º 3.600 da Avenida D. Pedro II e também na Rua Alegre, várias lâmpadas ficaram acesas dia e noite, A partir do dia 30/1, as lâmpadas não acenderam mais, nem durante a noite. Elas voltaram a acender somente em 2/2, mas numa manhã de sol. As Ruas João Ribeiro e Maria Ortiz também estão com todas as lâmpadas acesas durante o dia. Creio que a responsável pela iluminação da cidade deva ser cobrada por esse desperdício de dinheiro e de energia.

SILVIO CANEDO

/ SANTO ANDRÉ

A Ouvidoria da Cidade de Santo André esclarece que, segundo a Secretaria de Obras e Serviços Públicos, os serviços referentes à reclamação foram concluídos em 11/2.

O leitor comenta: Realmente as lâmpadas permanecem apagadas durante o dia, mas o problema é que elas continuam apagadas também durante a noite, o que não deveria ocorrer. Tanto no fim da Avenida D. Pedro II como na Alameda dos Pinheiros as lâmpadas não acendem à noite. Creio que a empresa contratada pela Prefeitura de Santo André não está capacitada para gerir um serviço que continua a ser cobrado em nossas contas de luz. O problema já se arrasta por quase 60 dias, sem solução definitiva.

AMERICAN AIRLINES

Cobranças indevidas

Lamentável e inaceitável a atitude da American Airlines (AA) no check-in no Aeroporto Internacional de Orlando. Em 26/1 tinha viagem para São Paulo com conexão em Miami. Ocorre que, no check-in em Orlando, fui surpreendido com a informação de que minhas duas malas eram "over size." Argumentei que usara essas malas em outros voos da mesma companhia e no mesmo trecho sem nunca ter sido questionado sobre o tamanho delas. Estupidamente, apenas me foi dito: "Pague". Infelizmente, pelo horário, não pude contestar a imposição na hora. Em Cumbica, fui imediatamente ao balcão da AA, onde foi confirmado que o tamanho da mala era regular e que eu deveria registrar reclamação no site. Gostaria de reaver o valor cobrado indevidamente.

JOSÉ MARCOS S. V. PELLEGATTI

/ SÃO PAULO

A American Airlines esclarece ter efetuado contato com o leitor para solucionar o problema.

O leitor contesta: A companhia, embora tenha reconhecido o erro, não atentou para o valor gasto. Paguei US$ 400 (pelas duas malas) e não US$ 200 (reembolso oferecido pela AA). Não quero nenhum benefício, só quero reaver o que me foi cobrado injustamente. Lamentavelmente, a AA acredita que aceitaria os US$ 200 e um "cala boca" de 5 mil milhas.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.