Alta de custos é 'preço a pagar por trânsito', diz Kassab

Kassab também adiantou que vai editar três decretos para regulamentar as restrições sobre a circulação

Camilla Rigi, O Estado de S. Paulo

06 de maio de 2008 | 14h25

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), afirmou nesta terça-feira, 6, que a alta de preços causada por custos adicionais das novas regras de circulação de caminhões no centro expandido da cidade é "o preço que teremos de pagar" para minimizar os problemas de trânsito da capital. Segundo o prefeito, "chegamos a uma situação irreversível".   Entenda como são as restrições a caminhões   Kassab também adiantou que vai editar três decretos para regulamentar as restrições sobre a circulação de caminhões no centro expandido da cidade, nos próximos dias. O primeiro, que deve ser publicado até o final da semana, vai ampliar a área de restrição dos atuais 25 quilômetros quadrados para 100 quilômetros quadrados, normatiza o horário de validade da restrição e já traz os primeiros casos de caminhões que serão liberados para a circulação.   As exceções não serão válidas para o dia inteiro. Terão de respeitar também horários previamente definidos pela Secretaria Municipal de Transportes, com o objetivo de evitar os horários de pico de congestionamento, tanto do período da manhã (das 7 às 10 horas) ou o da tarde (das 17 às 20 horas). O primeiro decreto também deve trazer a formação da comissão que analisará outras exceções, como acontece na Lei Cidade Limpa.   Na semana que vem, após novas reuniões, prefeito e secretário vão definir as exceções para os Veículos Urbanos de Carga (VUCs), caminhões de pequeno porte que fazem transporte com até 6,3 metros de comprimento. Já o terceiro decreto usará a lei aprovada na Câmara para o rodízio de caminhões com alguns vetos.

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