Alckmin quer redução no uso de água no Palácio desde que não afete servidores

Governador de São Paulo atribuiu ao calor o aumento de 22% no gasto de água em janeiro

Fabiana Cambricoli, O Estado de S. Paulo

08 Abril 2014 | 13h45

SÃO PAULO - Após o Estado revelar alta no consumo de água do Palácio dos Bandeirantes em janeiro, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) afirmou nesta terça-feira, 8, que o local adota desde 2001 programa de economia de água, mas que espera redução do consumo nos próximos meses, desde que a redução não afete o bem-estar dos servidores que trabalham no local.

"Não é um trabalho feito agora, é um trabalho que nós começamos em 2001. Hoje o consumo é de 32 litros por funcionário/dia, abaixo do que o decreto prevê. Mas é claro, o máximo que se puder reduzir sem prejudicar a qualidade de vida dos funcionários será feito."

O governador justificou que o calor foi o responsável pela alta de 22% no consumo de janeiro em relação a dezembro. "Nós tivemos um dos verões mais quentes das últimas décadas", afirmou.

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