Felipe Rau/Estadão
Felipe Rau/Estadão

Alckmin promete Linha 6-Laranja do Metrô completa até 2020

Conhecida como 'linha das universidades', ramal com 15 estações em 15,3 km ligará a Brasilândia, zona norte, à região central de SP

Luiz Fernando Toledo, O Estado de S. Paulo

13 Abril 2015 | 13h26

SÃO PAULO - O governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) afirmou nesta segunda-feira, 13, que a nova Linha 6-Laranja, do Metrô, será totalmente entregue até 2020.

Com a escavação de um poço de ventilação na Avenida Otaviano Alves de Lima - pista local da Marginal do Tietê, sentido Rodovia Castelo Branco -, na Freguesia do Ó, zona norte da capital paulista, Alckmin deu início simbólico às obras.

Serão 15 estações em um total de 15,3 quilômetros da chamada "linha das universidades", já que atenderá regiões como a da Pontifícia Universidade Católica (PUC), do Mackenzie e da Universidade Paulista (Unip).

A obra será realizada no formato de Parceria Público-Privada (PPP) e, segundo Alckmin, trata-se de uma das maiores obras do País atualmente, no valor de R$ 9,6 bilhões.

Ainda de acordo com Alckmin, cerca de 70% das áreas das estações já foram desapropriadas, processo que deve ser concluído no primeiro semestre de 2016. O setor privado será responsável pela execução, operação e manutenção do serviço.

Haverá quatro conexões com a atual malha do Metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM): com as Linhas 7-Rubi e 8-Diamante, da CPTM, na Estação Água Branca; com a Linha 4-Amarela, do Metrô, na futura Estação Higienópolis-Mackenzie; e com a Linha 1-azul, do Metrô, na Estação Joaquim;

As estações da Linha 6 serão: Brasilândia, Vila Cardoso, Itaberaba, João Paulo I, Freguesia do Ó, Santa Marina, Água Branca, Sesc Pompeia, Perdizes, PUC-Cardoso de Almeida, Angélica/Pacaembu, Higienópolis/Mackenzie, 14 Bis, Bela Vista e São Joaquim.

O secretário dos Transportes, Clodoaldo Pelissioni, afirmou que o fato de um só consórcio ser responsável pela obra toda evitará atrasos. "A vantagem é que o consórcio assume toda a obra e todos os sistemas. Quando nós vamos fazer linha de metrô como a 5, temos de 40 a 50 contratos, e às vezes alguma empresa falha, nós temos que rescindir, fazer o contrato novamente", disse. 

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