Alckmin diz que negociações com metroviários estão encerradas

Governador destacou que TRT já classificou a greve de abusiva. Questionado sobre demissões, disse que greve não foi único motivo

Adriana Ferraz, O Estado de S. Paulo

09 de junho de 2014 | 16h53

SÃO PAULO - Em entrevista na tarde desta segunda-feira, 9, o governador Geraldo Alckmin afirmou que as negociações com os grevistas foram encerradas e que o reajuste salarial foi definido pela Justiça. Questionado sobre as demissões, ele deu a entender que elas não serão revogadas.

"A discussão já foi encerrada. O Tribunal Regional do Trabalho já estabeleceu a abusividade da grave e até penalidades para o sindicato, além do dissídio, que é exatamente o proposto pelo Metrô. O que está em discussão agora é o direito de 5 milhões de pessoas. O governo não fará novas demissões para quem voltar ao trabalho. Os que foram demitidos não foram só por causa da greve. Há outros fatos que o Metrô falará oportunamente", disse Alckmin.

Alckmin afirmou que esteve das 5h às 8h desta segunda-feira no Centro de Operações do Metrô, na Vergueiro, acompanhando a volta dos funcionários ao trabalho. Segundo ele, 43% dos empregados já estão trabalhando.

Sobre um eventual plano B para o transporte dos torcedores até o Itaquerão, caso o Metrô não esteja operando normalmente até o dia 12, o governador afirmou que o transporte estará sim normalizado até lá.

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