André Duzek/Estadão
André Duzek/Estadão

Alckmin diz que investigação da Lava Jato da PM será 'rigorosa'

Caso envolve fraudes em centenas de contratos ligados ao Comando-Geral da PM entre 2005 e 2012; cerca de R$200 milhões teriam sido desviados

Isabela Palhares, O Estado de S.Paulo

06 Outubro 2017 | 12h49

SÃO PAULO - O governador Geraldo Alckmin  (PSDB) disse na manhã desta sexta-feira, 6, que a investigação da Operação Imperador, a chamada Lava Jato da Polícia Militar de São Paulo, será "rigorosa". O caso envolve fraudes em centenas de contratos ligados ao Comando-Geral da PM entre 2005 e 2012. Cerca de R$200 milhões teriam sido desviados.

"A corregedoria da Polícia Militar já está investigando, o tenente-coronel (José Afonso Adriano Filho) já está preso e a investigação será rigorosa tanto da Polícia, como do Ministério Público", disse o governador.

Adriano Filho é o principal acusado da Operação. Ele afirma ter provas contra 18 coronéis da Polícia e de que apenas cumpriu ordem superiores. Ele está negociando um acordo de delação premiada com o Ministério Público Estadual (MPE).

+++ ‘Eu só obedecia ordens do comandante-geral’, diz coronel da Lava Jato da PM

O tenente-coronel confessou que entre 2005 e 2011 o setor em que ele trabalhava, o Departamento de Suporte Administrativo (DSA), efetuou compras e obras sem que isso estivesse previsto na lista de encargos dessa unidade gestora. Ele está preso desde o dia 9 de março, sob suspeita de ter ameaçado uma testemunha.

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