Alckmin desvincula assalto a secretário de gestão na Segurança Pública

Na noite desta segunda, o secretário Saulo de Castro Abreu Filho, sua mulher e a filha foram feitos reféns e tiveram a casa invadida por quatro homens

Gustavo Uribe, Agência Estado

08 Fevereiro 2011 | 19h27

SÃO PAULO - O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, disse nesta terça-feira, 8, não acreditar que a invasão à casa do secretário de Transportes e Logística do Estado de São Paulo, Saulo de Castro Abreu Filho, na noite de ontem tenha relação com sua atuação como titular da Secretaria de Segurança Pública entre 2002 e 2006. De acordo com o governador, seria uma "especulação" intuir sobre essa possível motivação. "Acho que seria uma especulação. Acho que houve um assalto e a polícia vai esclarecer esse assunto", disse.

 

Na noite de ontem, Saulo, sua mulher e a filha foram feitos reféns por volta das 20h30, quando tiveram a casa invadida por quatro homens armados na região do Alto de Pinheiros, zona oeste da capital paulista. Eles levaram joias, dinheiro, celulares e o carro particular do secretário. A gestão de Saulo de Castro à frente da Secretaria de Segurança Pública foi marcada por uma série de ataques em 2006 e 2007 de uma facção criminosa, organizados a partir de presídios.

 

O governador ressaltou que, independente da vítima, todas os paulistas que sofreram com a criminalidade têm "solidariedade" do governo estadual. "E a polícia está agindo firmemente", ressaltou, lembrando que os índices de criminalidade em São Paulo caíram no fim de 2010 em relação ao ano anterior. "Essa é uma guerra em que nós temos de vencer batalhas todo dia e a polícia já está trabalhando para isso."

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