Alckmin classifica assassinato de dentista como 'bárbaro' e diz sentir vergonha

Vítima foi queimada viva durante assalto em São Bernardo do Campo; governador espera prisões nas 'próximas horas'

Tiago Dantas, O Estado de S. Paulo

26 Abril 2013 | 13h24

SÃO PAULO - O governador Geraldo Alckmin (PSDB) classificou como "bárbaro" o crime que resultou na morte da dentista Cinthya Magaly, de 47 anos, nessa quinta-feira, 25, em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista. A dentista foi queimada viva durante um roubo. O governador disse que as prisões devem acontecer "nas próximas horas".

Dos quatro suspeitos, dois foram identificados, segundo Alckmin, que garantiu que a polícia está empenhada na solução do crime. "Foi um crime bárbaro, que nos envergonha a todos", disse o governador. "Esperamos que rapidamente possamos entregar esses quatro à Justiça."

Sobre o fato de um dos suspeito ser menor de idade, o governador lembrou que encaminhou ao Congresso Nacional, na semana passada, um projeto de alteração ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) pedindo uma punição maior a adolescentes que cometem crimes hediondos.

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