Água é único alívio para quem trabalha o dia todo na rua

O baiano Genivaldo dos Santos, de 30 anos, teve bom aumento nas vendas de água, mas não viu o lucro subir. "O calor é grande, o pessoal compra. Mas nesses dias acabo tomando parte da mercadoria", diverte-se. Para quem trabalha na rua, não há como se esconder do clima. "Aqui é na base da água mesmo", diz o agente de trânsito Marcio, na Marginal do Tietê. Com uma pilha de correspondências, o carteiro Marcelo Reis sente os olhos arderem, mas se conforma: "Não dá para parar."

Damaris Giuliana, O Estado de S.Paulo

26 de agosto de 2010 | 00h00

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