Agentes são capacitados?

MARRONZINHOS

O Estado de S.Paulo

08 de novembro de 2012 | 02h02

No dia 28/10, às 11h05, transitava pela Avenida Interlagos, sentido bairro-centro. Na altura da Avenida Olivia Guedes Penteado, involuntariamente, tive de passar sobre uma faixa de retenção, pois, ao me aproximar da faixa rente ao canteiro central, não foi possível sair para a direita, sob risco de colisão com um veículo que estava à minha direita. Qual não foi minha surpresa quando, poucos metros à frente, uma viatura da CET (placa DST 7030) me fechou e freou, quase me fazendo colidir com sua traseira. Como se não bastasse, mais adiante, o agente mudou de pista, emparelhou com meu automóvel e voltou a gesticular e proferir palavras que certamente não eram elogios. A CET não deveria primar pela educação e respeito no trânsito?

NILTON FERNANDO BOVO / SÃO PAULO

A CET informa que o agente transitava por uma faixa da direita da Av. Interlagos (faixa 3 de um total de 4), quando, na altura da Av. Rio Bonito, o leitor, que trafegava pela faixa da esquerda (faixa 1), acelerou repentinamente para acessar as faixas da direita, vindo quase a colidir com a viatura. O agente freou para evitar a colisão e gesticulou no sentido de alertá-lo de que ele estava na faixa de conversão à esquerda. Diz que os agentes são sistematicamente capacitados e orientados sobre a postura profissional e o atendimento prestado em campo.

O leitor reclama: A resposta é tão absurda que chega a ser hilária. O agente, numa atitude infantil, fechou meu veículo e, irresponsavelmente, freou. Como posso ter causado risco de colisão ao mudar de faixa se o próprio agente alega que eu estava na primeira faixa e ele na terceira? Que mágica é essa?

FALTA DAR EXEMPLO

CET atrapalha o trânsito

O veículo da CET 8572, placa DST 2693, rodava na manhã do dia 2/11 pelo lado esquerdo da já apertada (por causa de obras) Avenida Jornalista Roberto Marinho. O carro estava em baixa velocidade, atrapalhando o trânsito, com o condutor sem cinto de segurança. Num cruzamento, com o farol verde para a avenida, o motorista da viatura ainda parou para papear com a coordenadora da ciclovia. A CET, em vez de dar o exemplo e auxiliar o trânsito, só sabe atrapalhar e multar.

ANTONIO EMILIO MACEDO JR.

/ SÃO PAULO

RUÍDO DE GERADOR

Barulho em lava-rápido

Existe um lava-rápido na Rua Carneiro da Cunha, 789, na Saúde, que funciona todos os dias da semana. Os equipamentos dependem de um poço artesiano para a geração de energia elétrica e esse gerador, muito barulhento, incomoda de dia, de noite, de madrugada, aos sábados, domingos e feriados! Registrei um reclamação no Programa de Silêncio Urbano (Psiu) em 29 de junho e a resposta é de que não há prazo para atendimento. ROMANA MOZENA / SÃO PAULO

A Secretaria de Coordenação das Subprefeituras, por meio do Psiu, diz que a reclamação está no

cronograma de vistorias e será

realizada nos próximos dias.

A leitora informa: O problema continua. No site da Prefeitura consta que a vistoria foi realizada em 4/11, às 22h54, mas o local estava fechado. Essa vistoria é, no mínimo, estranha. Eles demoram cinco meses para ir ao local e, quando resolvem trabalhar, vão num horário em que o estabelecimento está fechado?

AVIANCA

Prejuízo com voo cancelado

Adquiri uma passagem da Avianca para o voo 6170, às 6h22, do dia 23/10, trecho São Paulo/Brasília. Ao chegar para o embarque, às 5h30, fui informado de que o voo havia sido cancelado. Pedi para ser colocado no voo Gol das 6h32 do mesmo dia, conforme estabelece a lei. No entanto, a supervisora de atendimento da Avianca disse que não seria possível, pois não havia vaga nesse voo. Fui ao balcão da Gol e a atendente disse que havia vagas para o voo das 6h32. Voltei ao balcão da Avianca e informei a atendente, que, no entanto, falou que não poderia me colocar naquele voo. Fui até a Gol e comprei a passagem! Não posso ser responsabilizado por problemas operacionais da Avianca!

HUGO PAIVA / BRASÍLIA

A Avianca diz que prestou todos os esclarecimentos sobre o caso ao leitor.

O leitor contesta: A própria supervisora da Avianca me orientou a comprar a passagem na Gol e pedir o reembolso via SAC. A Avianca mentiu, portanto, duas vezes. A primeira quando disse que tudo seria solucionado no SAC e a segunda, agora, ao dizer que o caso foi resolvido.

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