Advogado de Naji Nahas critica demora da Justiça

Um dos advogados que administram a massa falida da empresa Selecta - que pertence ao investidor Naji Nahas e da qual faz parte o terreno do Pinheirinho - afirma que a polêmica causada pela desapropriação se deu por causa da demora da Justiça em reaver o terreno. "A ordem de reintegração de posse já existe há sete, oito anos. Nessa época, apenas 200 pessoas viviam ali. Infelizmente, esse tempo todo agravou a situação. Ficaram protelando e o número de famílias cresceu muito", diz Waldir Helu.

O Estado de S.Paulo

24 de janeiro de 2012 | 03h07

Segundo o advogado, se a reintegração tivesse ocorrido em 2005, seria "corriqueira". "Se tivesse sido feita com 200 pessoas não seria nada traumática, seria corriqueira."

Agora com a Justiça, estima-se que o valor do terreno do Pinheirinho hoje seja de R$ 130 milhões.

Segundo a Assessoria de Imprensa do Tribunal de Justiça de São Paulo, "a massa falida da Selecta tem obrigações a saldar com seus credores", mas o juiz Luiz Beethoven Giffoni Ferreira aguarda a finalização do processo de falência para decidir o que fazer com o terreno. / NATALY COSTA

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