Clayton de Souza/AE
Clayton de Souza/AE

Advogado da família vai pedir R$ 3 mi por morte de menina no Hopi Hari

Indenização será cobrada da Prefeitura de Vinhedo e do parque; perícia pode mantê-lo fechado por 10 dias

Solange Spigliatti e Tatiana Fávaro, estadão.com.br

01 Março 2012 | 13h00

SÃO PAULO - O advogado da família de Gabriela Nishimura, que morreu aos 14 anos ao cair de cerca de 25 metros de altura de um brinquedo no Hopi Hari, em Vinhedo, disse em entrevista coletiva que vai pedir na Justiça um total de R$ 3 milhões em indenização ao parque de diversões e à Prefeitura da cidade. São R$ 2 milhões por danos morais e materiais ao parque e R$ 1 milhão para a Prefeitura da cidade por danos morais por "permitir o funcionamento de um parque sem a segurança adequada", disse Ademar Gomes em entrevista coletiva na tarde desta quinta-feira.

Além disso, o parque de diversões poderá ficar fechado por mais de 10 dias para a realização de perícia em todos os brinquedos potencialmente perigosos do local. O assunto está sendo discutido entre a promotora Ana Beatriz Sampaio Silva Vieira, do Ministério Público de São Paulo, e a direção do parque desde o começo da tarde desta quinta-feira, na Promotoria da cidade.

Em depoimento, dois funcionários do parque afirmaram que a cadeira da atração de onde a menina caiu tinha um defeito e que a falha foi comunicada ao responsável 15 minutos antes do brinquedo entrar em funcionamento. Além disso, Ademar Gomes revelou que a primeira cadeira periciada não era a mesma que Gabriella sentou.

O Hopi Hari abre normalmente entre sexta-feira e domingo.

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