Acusados de extorquir padre comemoram absolvição em bar

Na segunda-feira, a Justiça absolveu os quatro acusados de formar quadrilha para extorquir padre Julio

da Redação, estadao.com.br

10 de junho de 2008 | 18h13

Um dia depois de ser absolvido pelo juiz Júlio Caio Farto Salles, da 31ª Vara Criminal, da acusação de formação de quadrilha para extorquir dinheiro do padre Júlio Lancelotti, Anderson Batista deixou o Centro de Detenção Provisória (CDP) do Belém.  O ex-interno da Febem foi recebido na porta pelo advogado de defesa, Nelson da Costa. De lá, eles foram direto ao Bar do Ramos, na Rua Catumbi, no mesmo bairro, onde encontrou a mulher, Conceição Eletério, que, pouco antes, havia sido solta da Penitenciária Feminina Sant’Ana.  Presos desde outubro do ano passado, reencontraram-se no começo da tarde desta terça-feira, 10. Trocaram beijos demorados e fizeram declarações de amor eterno. Evandro Guimarães, solto na segunda-feira, 9, o esperava junto com a mulher, Flávia, que estava bastante emocionada, e o filho Gabriel, de 2 meses, que nasceu enquanto Evandro estava preso.

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