Acusado ficou 29 meses preso

A polícia passa a suspeitar de Gil Rugai, com 20 anos na época, após um vigia da rua dizer tê-lo visto sair da casa do pai na noite do crime. Nenhuma fechadura foi arrombada.

O Estado de S.Paulo

17 de fevereiro de 2013 | 02h02

As suspeitas aumentam quando a perícia constata marca de sapato na porta da sala onde Luiz Carlos Rugai teria se escondido. O pé seria compatível com o sapato de Gil, que, ao todo, já passou 2 anos e cinco meses na prisão.

A denúncia ainda cita que a arma do crime foi encontrada na caixa de esgoto do prédio onde o acusado tinha um escritório. Ele nega participação no crime.

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