Acordo causou manifestações

Em 8 de setembro do ano passado, a Universidade de São Paulo (USP) abriu os portões da Cidade Universitária, na zona oeste da capital, para o policiamento permanente da Polícia Militar. Um convênio de cinco anos foi assinado entre as duas instituições quatro meses após a morte de Felipe Ramos de Paiva, estudante da Faculdade de Economia e Administração, durante um assalto no câmpus.

O Estado de S.Paulo

09 de agosto de 2012 | 07h42

No dia 27 do mês seguinte, no entanto, policiais militares flagraram três estudantes de Geografia com maconha na Cidade Universitária. Era o começo de um conflito entre alunos e PMs que duraria quase duas semanas.

Ao verem a abordagem aos alunos de Geografia, colegas cercaram os policiais, impediram que eles levassem o trio para a delegacia e decidiram ocupar o prédio da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) em protesto contra a "repressão policial" na USP. O movimento cresceu quando a reitoria foi ocupada, em 1.º de novembro. O grupo só saiu do prédio com reintegração de posse determinada pela Justiça e cumprida pela PM em 8 de novembro.

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