Academias ao ar livre estão em 312 locais

Fazer exercício ao ar livre, em um ambiente de academia, sem pagar nada por isso. O projeto desenvolvido pela unidade de Áreas Verdes da Secretaria de Coordenação das Subprefeituras deu tão certo que hoje São Paulo oferece 312 endereços à disposição da população com cerca de dez tipos de aparelhos de ginástica. É possível, por exemplo, experimentar simuladores de caminhada, remada ou barras paralelas.

O Estado de S.Paulo

02 de dezembro de 2012 | 02h02

A proposta teve início na cidade em 2008 e tem como base programas semelhantes desenvolvidos por algumas das principais metrópoles do mundo, como Pequim, na China, e Madri, na Espanha.

O objetivo é estimular práticas saudáveis nos cidadãos, especialmente pessoas da terceira idade.

Segundo idealizadores, os aparelhos usados são projetados para a prática de exercícios leves e focam o fortalecimento e a flexibilidade dos músculos, além do aumento do equilíbrio e da coordenação motora.

Outra preocupação dos idealizadores da pasta é priorizar áreas periféricas na instalação das academias abertas. A intenção é favorecer comunidades mais carentes, onde os moradores não têm condições para arcar com os custos dos exercícios. Quem utiliza só tem uma ressalva: faltam instrutores para orientar a prática física, a fim de evitar excessos. / ADRIANA FERRAZ

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.