Abalos fazem criação de rede sismográfica ganhar força no País

Depois do terremoto que atingiu São Paulo, proposta é apresentada no Gabinete de Segurança Institucional

Camilla Rigi, Estado de S.Paulo

23 de abril de 2008 | 20h59

A magnitude dos terremotos ocorridos nos últimos seis meses no Brasil fez o projeto de criação de uma rede sismográfica nacional ganhar força. Nesta quarta-feira, 23, o chefe do Departamento de Sismologia da Universidade de Brasília (UnB), Lucas Barros, apresentou os detalhes da proposta aos assessores do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República.   Leia matéria completa em O Estado de S. Paulo desta quinta-feira, 24   Veja também: Maior tremor do País em 10 anos surpreende especialistas Tremor rompe tubulação de água em Mogi das Cruzes Maremoto em 1541 deixou rastro de destruição no litoral Terremotos assustam, fazem história e inspiram piadas 'Cadeira se moveu de um lado para outro', diz engenheiro No litoral, tremor assusta a população de Santos Moradores do Rio sentiram abalo por 2 segundos Os dez tremores mais intensos no Brasil    Apesar de estar marcada há alguns meses, a reunião ocorreu, coincidentemente, um dia depois do tremor de 5,2 graus na escala Richter no Estado de São Paulo, e que pôde ser sentido também no Rio, Paraná, Santa Catarina e Minas Gerais.   O projeto da rede de sismografia prevê inicialmente a instalação de 40 estações de monitoramento em pontos considerados estratégicos - locais onde já foi registrada alguma movimentação anteriormente. A criação da rede, no entanto, não permitirá que novos tremores sejam previstos. Barros explica que a principal função é monitorar os pontos onde a atividade sísmica é maior e, se necessário, pensar em medidas que possam dar maior segurança à população quando o tremor ocorrer.

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