Abaixo a retranca!

Fim do túnel

TUTTY HUMOR, O Estado de S.Paulo

05 Outubro 2012 | 03h04

Na noite do "Superclássico das Américas", Brasil e Argentina ficaram no 1 a 1 em apagões. É o clássico "empate técnico"!

'Sai deste corpo!'

Celso Russomanno ainda não sabe, mas a coordenação de sua campanha já cogita submetê-lo a um ritual de exorcismo relâmpago. Orar pelo candidato a prefeito tem se mostrado insuficiente para salvá-lo do inferno astral nas pesquisas em São Paulo.

País sem memória

O deputado Valdemar Costa Neto está convencido de que "o Genoino não sabe nem o que é dinheiro"! "Lavagem", decerto, ele sabe o que significa, além de "comida para porcos" e "irrigação de intestino", né?

Não pegou!

Enfim uma boa notícia: o Ministério da Cultura negou a Michel Teló pedido de incentivo para captação de R$ 1,3 milhão pela Lei Rouanet para documentar suas apresentações em vídeo. Essas coisas a oposição não vê!

Fome de quê?

Dois dias depois de passar por São Paulo, a presidente Dilma deu um pulo em Belo Horizonte para "meter o bico" também em Minas. Vai acabar engordando!

Sorria!

Hoje não tem horário de propaganda política na TV! Quer mais o quê, caramba? Não era isso que estava te aborrecendo?

Tempos modernos

Como nem sempre ocorre na primavera, está fazendo verão semana sim, semana não - repara só! De vez em quando neva!

A gente fala mal do futebol brasileiro, mas a política americana é igualzinha: Barack Obama escalou seu discurso com três volantes no debate com Mitt Romney, preocupado unicamente em defender sua vantagem nas pesquisas!

O resultado, evidentemente, decepcionou a torcida pela reeleição do presidente dos EUA. O bando de loucos democrata chegou a ensaiar diante da TV o coro de "burro, burro..."

Ia acontecer o mesmo com Mano Menezes no "Superclássico das Américas", não fosse o providencial apagão que cancelou o jogo na Argentina.

O medo de perder é, como se sabe, uma praga da civilização em crise. Sempre que está vencendo, o ser humano - ô, raça! - não consegue evitar uma certa atração mórbida pela retranca.

De uns tempos pra cá, o homem só ataca de frente suas adversidades quando está por baixo, em geral de costas, praticamente finalizado. É assim na economia, no trato com o meio ambiente, em família, na política, no futebol ou no octógono do UFC.

Na hora agá, falta a quem decide ambição, iniciativa, criatividade e, sobretudo, coragem para suplantar a mediocridade sem medo de errar!

Quem abdica do ataque não tem defesa! Vai, Obama!

Efeito colateral

Quem já esteve com Mike Tyson após cirurgia para colocação de pinos de titânio no pescoço do brutamonte garante: o ex-lutador está falando mais fino do que o Anderson Silva!

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