Felipe Rau/ Estadão
Felipe Rau/ Estadão

A poucos dias da Páscoa, Mercadão de São Paulo tem aglomerações

Público foi 50% maior do que nas últimas semanas, segundo Associação dos Permissionários

Gilberto Amendola, O Estado de S.Paulo

01 de abril de 2021 | 21h53

Apesar de a cidade de São Paulo viver o seu pior momento da pandemia, o Mercado Municipal, no centro paulistano, teve aglomerações e registrou público superior ao das últimas semanas. Segundo o diretor da Associação dos Permissionários, José Carlos Freitas, houve aumento de 50% do número de frequentadores nesta quinta-feira, em relação ao movimento das últimas semanas. 

"Por conta da Páscoa, esse movimento veio, principalmente nas peixarias e açougues", disse Freitas. Símbolo da cidade, o Mercadão nunca fechou completamente durante a crise da covid-19. Cerca de 40% de suas bancas estão abertas - como as de peixe, carnes, frutas (que são consideradas serviços essenciais).  Já os bares e lanchonetes do Mercadão continuam fechados, conforme determina a fase emergencial vigente em São Paulo. 

De acordo com a Associação dos Permissionários, não houve nenhum acréscimo de protocolo para esse feriado - mas que o local segue as normas pré-estabelecidas, como medição de temperatura dos clientes, disponibilização de álcool em gel e indicações para o distanciamento dos clientes,  

A expectativa para sexta e sábado é de um movimento maior, ainda que inferior aos encontrados em feriados de páscoa anteriores à covid-19. No domingo de Páscoa, o Mercadão estará fechado.  

A Prefeitura, por meio do Departamento de Abastecimento e Agricultura, esclarece que nos Mercados e Sacolões Municipais estão liberados o atendimento no balcão apenas para serviços encarregados à comercialização de produtos considerados essenciais para o abastecimento da população, como por exemplo, hortifruti, mercearia, venda de pescados, cereais e ovos.

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