'A polícia deve usar melhor a tecnologia'

Na Metrópole

, O Estado de S.Paulo

07 de novembro de 2010 | 00h00

Arlindo Bastos, capitão da Polícia Militar da Bahia

O capitão da PM da Bahia Arlindo Bastos está em São Paulo para a Conferência Anual de Segurança Pública (SegBrasil), que ocorre na cidade amanhã e terça. "Eventos como esse servem para trocar experiências e integrar os atores da segurança pública do País", diz Bastos. Ele defende uma maior interação das esferas de segurança pública e elogia o sistema de policiamento comunitário. "A polícia deve aprender a usar melhor a tecnologia."

Integração. Para o policial da Bahia, a PM paulista pareceu bem equipada. "Sei que São Paulo investiu recentemente no Sistema de Comando, Controle e Inteligência (C2I)." O C2I integra fontes de dados do País, do Estado e do Município, com transmissão ao vivo de vídeos de câmeras de segurança e consulta a bancos de dados com fotos e informações pessoais. "Esse sistema será muito importante em eventos como a Copa."

Comunitário. A tecnologia, diz Bastos, já existe em instituições brasileiras. "Visores termais e óculos de visão noturna aumentariam a eficiência e a segurança dos policiais", diz. Os equipamentos ajudariam a prender indivíduos em operações de saneamento, incursões que antecedem os grupos comunitários. "As UPPs do Rio, o programa Ronda no Bairro na Bahia e as bases da PM em São Paulo são exemplos de excelência."

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.