'A febre não baixava, ficava entre 38,4º e 38,6º

Apesar da vacina, Pedro foi contaminado pelo H1N1. Elaine tirou licença para tratar do filho

DAVI LIRA, O Estado de S.Paulo

22 Maio 2013 | 02h00

A psicóloga Elaine Silva, de 37 anos, opta sempre pela prevenção. Aflita com a chance de ver doente o filho Pedro, de 1 ano e 7 meses, ela não perde campanhas de vacinação.

Ciente dos riscos do vírus da influenza A (H1N1) e do alto número de casos em São Paulo, Elaine já tinha como certa a vacinação da criança contra a gripe.

"Ele não tinha nenhum sintoma, mas há dez dias resolvi levá-lo para se vacinar. Queria evitar qualquer possibilidade de ele contrair a gripe, já que ele faz parte do grupo de risco", contou Elaine.

Mas o intervalo entre a vacinação e a contaminação não foi suficiente para que Pedro fosse imunizado e os primeiros sintomas da gripe atacaram o menino no domingo. "Tive de pegar uma licença do trabalho durante a semana. A febre dele não baixava, ficava entre 38,4° C e 38,6° C. A garganta ficou toda vermelha também", disse Elaine.

Tratamento. Diante do quadro de debilidade de Pedro e das noites mal dormidas, não houve alternativa senão voltar ao posto de saúde. "Depois da consulta, a médica acabou me receitando o Tamiflu - nome comercial do oseltamivir. Ela disse que em dois dias o Pedro já vai ficar melhor", afirmou a mãe, um pouco mais aliviada.

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