À espera do sucesso e louco por skate

Ele havia sido vocalista da banda de rock Sparta, em Barueri, e tinha um sonho: voltar a fazer música. Na noite do dia 8, saiu de casa para tomar uma cerveja e comemorar o aniversário de um amigo. Não voltou. Baleado por desconhecidos em Santana de Parnaíba, Pedro Rafael da Silva Mattos, de 22 anos, morreu com quatro tiros em um ataque de desconhecidos que matou também seu amigo Pedro Turquetti.

O Estado de S.Paulo

18 Novembro 2012 | 02h02

Pedro Mattos trabalhava na Technopark-Essilor, em Alphaville, e vivia com a mãe, Maria Aparecida, e duas irmãs, em Barueri, na Grande São Paulo.

Criado pela mãe, no convívio com os avós e os tios, Pedro gostava muito de skate, do programa de TV Pânico, de Bob Marley, Shawlin, Criolo e da banda Sublime. E curtia também a Nação Alviverde, torcida organizada do Palmeiras.

Pedro era tido pelos amigos como um jovem expansivo, que não escondia seus sentimentos. Costumava dizer a todos que adorava a mãe. Maria Aparecida lembra que havia poucos dias tinha presenteado o filho com um skate novo. "Ele nem teve tempo para usar como gostava", lamenta. De acordo com Márcio José da Silva, tio do rapaz, era um trabalhador, preocupado com a família e nunca teve qualquer envolvimento com polícia. "Ele trabalhava, registrado, em Alphaville", diz. / P.P.

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