A era dos postes

Evasão de privacidade

TUTTY HUMOR, O Estado de S.Paulo

30 Outubro 2012 | 02h02

As pessoas falam demais! Se Deborah Secco aprendeu a beijar na boca com André Gonçalves, ninguém tem nada a ver com isso, taí um bom motivo para a atriz não ficar falando esse tipo de coisa por aí!

Bem feito

Se morasse em São Paulo ou em Salvador, Caetano Veloso estaria agora comemorando a vitória de Fernando Haddad ou de ACM Neto, respectivamente. Como tem domicílio eleitoral no Rio, não elegeu ninguém de novo!

Do primeiro Enem...

Já está quase tudo pronto para estreia de Aloizio Mercadante à frente do Enem no próximo fim de semana. O ministro da Educação está confiante de que, se caprichar na lambança, poderá suceder Fernando Haddad também na Prefeitura de São Paulo em 2016!

Ô, raça!

Um estudo conjunto de universidades do Brasil e da Austrália concluiu que as abelhas podem diferenciar uma obra impressionista de Monet de uma pintura cubista de Picasso. Isso quer dizer o seguinte: os cientistas, definitivamente, não têm mais o que fazer!

Mal comparando

Quem circulou ontem pela São Paulo Fashion Week garante: nem no último horário eleitoral gratuito na TV tinha tanta gente esquisita.

Day after

O Salão do Automóvel de São Paulo foi o assunto de ontem nos engarrafamentos da cidade! Coisa boa voltar ao conforto de seu próprio carrinho, né não?

Claro que aquele beijo na boca que o Serra tentou desesperadamente evitar às vésperas do pleito não ajudou o candidato nas urnas, mas não adianta agora chorar o leite derramado.

Em vez de procurar culpados pela derrota em SP, a oposição ao Planalto precisa encontrar logo um poste com luz própria para concorrer com o de Lula em 2014 - ou vai perder também a corrida pelo governo do Estado!

O ex-presidente reinventou o poste, mas pode ser um erro de avaliação política creditar o fenômeno eleitoral unicamente ao prestígio do "cara".

Isso que Marta Suplicy chama de "tirocínio do Lula" talvez seja tão-somente mérito de quem percebeu primeiro que, entre um político renomado e um ilustre desconhecido, o eleitor escaldado pela decepção vai sempre escolher o candidato com menos notoriedade, independentemente de quem for seu padrinho.

Por dúvida das vias, o PSDB deveria levar a sério a possibilidade de usar a mesma arma do PT em 2014!

Não é possível que FHC não guarde no bolso do colete o nome de alguém tão inexpressivo quanto o ministro Alexandre Padilha - apontado como o terceiro poste de Lula - para disputar o Palácio dos Bandeirantes.

Analogia infame

Quem esteve no olho do furacão Sandy garante: é impossível, como sugeriu a cantora de mesmo nome em entrevista à Playboy, sentir prazer em tais circunstâncias! Só se fala disso em Nova York!

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