''A empresa veio com os bondes. Não fazia barulho''

Efigênio Theodoro Teixeira, de 55 anos, zelador e morador de um prédio de quatro andares na Avenida Irerê, nos fundos da DF Vasconcelos, no Planalto Paulista, acompanha desde 1976 a rotina da companhia no bairro que adotou desde que veio de Minas para a capital paulista. "Nunca entrei lá, mas vários compadres meus trabalharam nessa empresa, que chegou aqui quando a rua ainda era mato e paravam bondes que levavam as mercadorias para o Porto de Santos. Muitos fizeram pé de meia com horas extras ali e hoje têm casa, chácara no interior", diz.

, O Estado de S.Paulo

08 de setembro de 2011 | 00h00

O gigante que ocupou um quarteirão inteiro nunca incomodou a vizinhança, segundo ele. "Não tinha barulho, poluição, nada", recorda-se. "Só sei que fizeram desde lentes de óculos e binóculos até carburadores e cadeiras de dentistas."

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.