A compensação falhar na cidade

1.Não é levado em conta o número de folhas, apenas o diâmetro do tronco. Assim, apesar de ambientalmente mais eficientes segundo especialistas, árvores com troncos mais finos e muitas folhas acabam valendo menos do que uma árvore "seca" de tronco grande.

O Estado de S.Paulo

09 de setembro de 2012 | 03h03

2. Todos os bairros têm o mesmo critério de autorização. Retirar uma árvore da Mooca, o distrito menos arborizado da cidade, vale o mesmo que um corte em Parelheiros, cercado por mata.

3.Apesar de o plantio de mudas de compensação exigir 15 vezes mais árvores plantadas do que as retiradas, nem todo o volume de contrapartida é reposto no mesmo local.

4.As mudas que, por falta de espaço, não podem ser plantadas no mesmo local onde houve o corte podem ser distribuídas em viveiros municipais ou ser pagas em dinheiro ou obras viárias.

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