''A Augusta é a rua mais cosmopolita do mundo''

Rua Augusta: Liga os Jardins ao centro da cidade. É famosa por seus bares, cinemas e casas noturnas

Paulo Saldaña, O Estado de S.Paulo

29 de abril de 2011 | 00h00

O diretor de teatro Felipe Hirsch pode ser considerado o carioca mais curitibano que vive em São Paulo. Aos 39 anos, Hirsch está há 9 na capital - os últimos 4 na "executiva e anônima" região da Avenida Paulista. Afeito a caminhadas, Hirsch tem "paixão" pela Rua Augusta.

"É a rua mais cosmopolita do mundo. Mistura tudo, gays, indies, suburbanos, intelectuais e prostitutas", diz ele, que nasceu no Rio, mas cresceu e fez carreira no Paraná. "Isso é extremamente excitante, revela o universo distópico de São Paulo, que consegue não ser aterrorizador."

Hirsch está em cartaz até 29 de maio no teatro Faap com a peça Pterodátilos. Na quarta-feira, aproveitou para aparar a barba. Na Augusta. "Ouvia Buddy Holly enquanto fazia a barba. Isso não troco por nada."

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