3 perguntas para...Anna Claudia de Salles, presidente do Conseg Perdizes

1. Que fatores tornam o trânsito de Perdizes inseguro? Do lado oeste da Sumaré, as ruas têm duas mãos. Esse é um problema latente e de iminente perigo, porque as pessoas, principalmente à noite, pelos declives das ruas, não conseguem ter uma precisão de que há carros descendo ou subindo. É preciso tomar cuidado extremo para não haver batidas.

O Estado de S.Paulo

05 de junho de 2012 | 03h02

2. Existem pontos críticos? De atropelamentos, o cruzamento da Rua Caiová com a Vanderlei, onde requisitamos à CET e conseguimos colocar um semáforo. Levou anos, mas isso resolveu muito a situação. O ideal seria que, em cada rua com duas mãos, houvesse um semáforo nos cruzamentos. Outro cruzamento, o da Capital Federal com a Apinajés, é brutal. Apesar de toda semana ter acidentes, colisões de veículos, esse pedido de intervenção não é aceito pela CET.

3. O número de feridos no trânsito do bairro aumentou muito. A senhora acha que o tráfego está mais perigoso? A quantidade de bares aqui na região é muito grande, principalmente no entorno das faculdades, como Unip, Uninove e PUC. Claro que todos os alunos ali têm um poder aquisitivo alto e carros. Acredito que a embriaguez ao volante é a principal causa dos acidentes.

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