20% delas têm de ser trocadas todos os anos

Em nota, a secretaria municipal de Coordenação das Subprefeituras informou que, desde 2005, aumentou o número de lixeiras na cidade de 8 mil para 35 mil. A pasta estima que seja necessária a troca anual de 20% dessas lixeiras, "tanto por furto como por depredação", o que dá um prejuízo de R$ 340 mil. Em média, 20 lixeiras são trocadas por dia.

, O Estado de S.Paulo

25 de maio de 2010 | 00h00

O Departamento de Limpeza Urbana (Limpurb) informou que o novo modelo de varrição "objetiva a unificação dos serviços indivisíveis de limpeza pública correlacionados", hoje executados por contratos distintos. O modelo prevê que as empresas sejam responsáveis pela instalação e manutenção das lixeiras. Dessa forma, haverá "maior eficiência na execução e fiscalização dos serviços". A Limpurb diz que o novo contrato já está em estudo e "estão sendo preparados" os termos de referência para lançamento do edital.

A Empresa Municipal de Urbanização (Emurb) está fazendo um diagnóstico dos oito tipos de lixeira e sua distribuição na cidade. Segundo a diretora de Projetos, Meio Ambiente e Paisagem Urbana do órgão, Regina Monteiro, o estudo deve ficar pronto em quatro meses. "Estamos estudando outros formatos. A ideia é analisar seu desempenho de acordo com o tamanho das calçadas e ver qual é mais apropriado em cada região." / A.B.

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