Leitora volta a cobrar retirada de barracos de canteiro central de avenida

Prefeitura de São Paulo afirma que nova ação será realizada no local

Renata Okumura

28 de fevereiro de 2021 | 05h00

Maria Amélia de Oliveira volta a reclamar de barracos montados no canteiro central da Avenida Águia de Haia, na zona leste da capital paulista. Também relata a presença de usuários de drogas, que provocam insegurança aos moradores na região.

Foto: Pixabay

Reclamação de Maria Amélia de Oliveira: “Já reclamamos, mas voltamos a informar que permanece a mesma situação no canteiro central da Avenida Águia de Haia, na zona leste da capital paulista. Antigamente conservado, o local foi tomado por barracos. A situação logo deve sair ainda mais do controle. É preciso ação por parte da Prefeitura de São Paulo.”

Resposta da Prefeitura de São Paulo, por meio da Subprefeitura Ermelino Matarazzo: “A prefeitura afirma que já realizou ações de limpeza e desfazimento de barracas no local, após a ação, as pessoas voltam a montar as barracas. Uma nova ação de desfazimento será realizada. A administração regional cumpre o Decreto Nº 59.246/20, que dispõe sobre os procedimentos e o tratamento dado à população em situação de rua durante as ações de zeladoria urbana na cidade de São Paulo. É vedada a retirada de pertences pessoais como documentos, bolsas, mochilas, roupas, muletas e cadeiras de rodas. Podem ser recolhidos objetos que caracterizam estabelecimento permanente em local público, principalmente quando impedirem a livre circulação de pedestres e veículos, tais como camas, sofás, colchões e barracas montadas ou outros bens duráveis. A Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS), por meio do Serviço Especializado de Abordagem Social (SEAS), realiza busca ativa para abordar pessoas em situação de rua e oferece acolhimento nos equipamentos da rede socioassistencial. Importante ressaltar que o aceite é voluntário. Além disso, a equipe do SEAS Itaim Paulista monitora sistematicamente o perímetro da Avenida Águia de Haia, altura do n° 3674, ofertando encaminhamentos para os Centros de Acolhida, encaminhamento e transporte até o Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) Álcool e Drogas, tendo em vista que o local é ponto de uso de substâncias psicoativas.”

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