Leitora reclama de não conseguir devolução de valor pago a plano de saúde

Empresa afirma ter entrado em contato com a cliente para solucionar o problema

Renata Okumura

31 de julho de 2021 | 05h00

A leitora Ana Alves da Silva se queixa de não conseguir a devolução de valor pago para a empresa Vivest, com a qual a mãe, Nair Alves, tinha convênio de saúde. Ela afirma que houve cobrança indevida por parte da operadora de assistência médica.

Foto: Freeimages

Reclamação da leitora Ana Alves da Silva: “Fui a responsável pelo pagamento dos boletos do plano de saúde da minha mãe, Nair Alves, já que ela não tinha condições de pagar. No dia 3 de fevereiro de 2021, aos 100 anos, ela veio a óbito. No dia seguinte, por telefone, comuniquei a empresa Vivest, antiga Fundação CESP, o falecimento de minha mãe, solicitando o cancelamento do plano e a interrupção da cobrança mensal. Surpreendentemente, recebi um novo boleto no dia 15 do mesmo mês, com vencimento para 26/02. Novamente, por telefone, questionei o pagamento indevido. A atendente, no entanto, pediu que fosse efetuado para evitar problemas. Ingenuamente, confiando e tentando não ter aborrecimentos, realizei o pagamento que era indevido, dada a data de ocorrência do falecimento. Esta orientação errada vem causando um grande problema, pois agora colocam uma série de empecilhos para a devolução dos valores pagos.”

Resposta da empresa Vivest: “Informamos que a cobrança da mensalidade referente ao mês de fevereiro do plano de saúde da sra. Nair Alves foi realizada porque os boletos de pagamento daquele mês já haviam sido emitidos quando seu óbito foi comunicado à Vivest. No mesmo mês, identificamos em nosso sistema o valor a ser estornado aos herdeiros legais da beneficiária e informamos a sra. Ana Alves da Silva que seria necessária a apresentação de documentação atestando a relação com a beneficiária falecida, como determina o regulamento do plano. Já fizemos novo contato com a sra. Ana Alves da Silva, que se prontificou a enviar os documentos que faltam, comprovando que a falecida beneficiária era sua dependente econômica, a fim de que a situação seja devidamente resolvida.”

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