Intervenção no trânsito deixa motorista sem opção

Jerusa Rodrigues

16 de outubro de 2013 | 20h15

“Quando pedi informação de como seguir, o marronzinho gritou para eu ir a pé”

Por Jerusa Rodrigues

Reclamação de leitora: No dia 6 de outubro, num domingo, teve uma corrida, dita mundial, na região do Itaim-Bibi. Foram interditados túnel, ruas e avenidas, fazendo com que a região se tornasse caótica. Quando parei para perguntar, o pessoal da CET, além de não ter educação, não sabia informar como poderia sair daquele labirinto. Eu estava indo do Itaim para o Planalto Paulista e um marronzinho, quando pedi informação de como seguir,  respondeu gritando para eu ir a pé. Que falta de respeito, consideração e profissionalismo que essa gente tem! Como pode dizer que passaram por concurso público! A maioria deles é  mal educada e responde mal. Quando  retornei do Planalto Paulista, por volta das 16 horas, outro caos! A esquina da Av. Ibirapuera com Av. Indianópolis não tinha sido liberada. Muita falta de respeito com os motoristas. Aqui tudo funciona pela metade, se cobrir a cabeça, descobrem os pés. O brasileiro nem reclama mais, está cansado e desanimado, pois de nada adianta! Sônia A. Pirrongelli / São Paulo

Resposta:  A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) esclarece que, para informar e orientar os usuários sobre as intervenções no trânsito para realização da 19.ª Maratona Internacional de São Paulo, foram instaladas 141 faixas de vinil com informações sobre os bloqueios e as opções de desvios nas avenidas que faziam parte do percurso da prova. As informações também foram veiculadas nos Painéis de Mensagens Variáveis na cidade e divulgadas antecipadamente para toda a imprensa, além de serem publicadas no site da CET. Esclarece que o cruzamento das avenidas Indianópolis e Ibirapuera não foram bloqueadas para o evento. Porém, o semáforo no cruzamento apresentou problemas e o local teve de  ter interferência das equipes de campo.  Quanto ao comportamento do agente, a CET lamenta o ocorrido e ressalta que a atitude relatada não condiz com a preocupação que companhia tem com a capacitação de seu corpo operacional.

Réplica da leitora: Quanto ao e-mail da CET, não tenho nada a declarar, mesmo porque minha finalidade é compartilhar o que ocorre na cidade. Contestar de nada adianta.