Cliente desaprova medidas adotadas pelo supermercado Extra

Jerusa Rodrigues

20 de julho de 2013 | 11h15

“Essa pretensa economia é, na verdade, um abuso e  desrespeito ao consumidor”, diz leitor

Por Jerusa Rodrigues

Reclamação do leitor: Passando a ser controlado por um grupo francês, o Extra do Itaim adotou diversas medidas de economia como a redução de iluminação, a paralisação de escadas rolantes, a falta de manutenção dos carrinhos de compra (mecânica e higiênica) e a diminuição de funcionários para atendimento nos caixas. Esta última medida provoca, em determinados horários, a formação de filas que causam uma espera maior do que o razoável. Na administração anterior – bem sucedida, segundo consta – isso não ocorria, o que permite admitir que essa pretensa economia é, na verdade, um abuso e um desrespeito ao consumidor. Alvaro da Costa Carvalho / São Paulo

Resposta: O Extra agradece a manifestação do sr. Alvaro Carvalho e informa que está realizando melhorias em sua loja para que o fato não volte a ocorrer. A rede fica à disposição

Réplica do leitor: As escadas rolantes continuam paradas e sem indicação, os carrinhos estão sujos e filas para o atendimento no caixa, enormes. Na área de compras de até 20 volumes, aos domingos, eles põe à disposição 5 funcionárias, em vez de ativar os 12 caixas existentes, e o resultado são horas na fila para ser atendido. Os caixas não são instruídos a ajudar a ensacar as compras. Aliás, esse é o padrão de Paris (Monoprix e Casino), onde o cliente é, assustadoramente, mal tratado,

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