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Ciclovia em Moema é perigosa

Jerusa Rodrigues

08 de novembro de 2014 | 11h00

Ir de bicicleta no meio dos carros é perigoso, diz a leitora

 

Por Marco A. Carvalho

 

Reclamação: Sou ciclista e gostaria de questionar a prefeitura de SP, por que não existe uma interligação da ciclovia de Moema (hoje não tem muita utilidade da forma como está) com a estação de trem da Vila Olímpia e com o Metro Santa Cruz.A ciclovia de Moema hoje é isolada. Eu moro no bairro e trabalho na Vila Olímpia. É praticamente impossível utilizar transporte público neste trajeto. Você anda muito e espera muito. Melhor é ir de bicicleta ou caminhar, só que caminhar leva muito tempo e ir de bicicleta no meio dos carros é perigoso.Vejo muitos ciclistas descendo a Rua Gomes de Carvalho em direção à Marginal. Entendo que seria muito útil a extensão dessa ciclovia. Caren Avilla/ São Paulo
Resposta: A CET informa que a ciclofaixa “definitiva” de Moema foi implantada em gestão anterior. Ao contrário das ciclofaixas de lazer, que são ativadas apenas aos domingos e em feriados nacionais, essa é operada diariamente, 24 horas, para a utilização exclusiva do ciclista. Nessa gestão a Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Transportes e da CET, está apresentando um novo modelo de ciclovia para a cidade. É o chamado Padrão CET de Ciclovia. Este padrão foi feito com base nas diretrizes do CTB. A área de planejamento da CET segue permanentemente estudando a malha viária, os entrelaçamentos no trânsito e a potencialidade para implantação de novas ciclovias na cidade. Todos os bairros estão inseridos neste processo de estudo, inclusive a Região de Moema. Até o final de 2015, a cidade terá 400 quilômetros de ciclovias, além dos 63 km existentes anteriormente.

 

 

Comentário do leitor: Dá a impressão que a CET não está interessada na opinião de quem mais interessa que é quem usa a ciclovia. Não ficou claro se minha solicitação será considerada, sinto que recebi uma resposta genérica. Vejo muitas pessoas reclamarem das ciclovias que são implantadas de maneira duvidosa, compartilhando faixas de ônibus, sobre calçadas colocando o ciclista em risco ou em locais onde não passa uma bicicleta sequer. Aqui estou falando de uma necessidade real…  Enfim, até 2015, seguimos de carro. Com sorte, lá no final, teremos uma ciclovia

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