Em três anos, apenas 8 quilômetros de “asfalto borracha”

Estadão

28 de agosto de 2009 | 19h20

FOTO: Marcio Fernandes/AE

Por Edison Veiga

Em 2006, São Paulo começou a testar o chamado “asfalto de borracha” em sua malha viária urbana. O material, que leva em sua composição 15% de pó de pneu, foi utilizado em um trecho de 2,5 quilômetros da Avenida Olavo Fontoura (foto), na Zona Norte.

O “asfalto de borracha” já é bastante utilizado em cidades europeias e em algumas rodovias brasileiras, como a Anhanguera, a Castello Branco e a Imigrantes. Ecologicamente correto – por aproveitar, em sua composição, pneus velhos e ter vida útil duas vezes maior -, tem ainda a seu favor outra vantagem: ajuda a reduzir o barulho causado pelo tráfego.

Na capital paulista, entretanto, o projeto não evoluiu muito. Três anos se passaram e a cidade conta apenas com 8 quilômetros de “asfalto de borracha”. Confira:

1. Avenida Olavo Fontoura: 2.500 metros
2. Praça Campo de Bagatelle: 786 metros
3. Ruas Major Natanael, Itajobi e Capivari: 1.058 metros
4. Rua Libero Badaró: 670 metros
5. Viaduto do Chá: 240 metros
6. Rua Tajuras: 500 metros
7. Alça da Ponte Cidade Jardim: 366,7 metros
8. Alça da Ponte Cidade Universitária: 1.526 metros
9. Rua Boa Vista: 550 metros

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