Raposo Tavares terá 170 km de pista recuperados
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Raposo Tavares terá 170 km de pista recuperados

José Tomazela

28 de outubro de 2013 | 15h50

A rodovia Raposo Tavares, uma das principais estradas paulistas, terá 170 quilômetros de pista recuperados a partir do início de 2014. As obras de recapeamento, pavimentação de acostamentos e construção de terceiras faixas se estenderão do km 203, em Angatuba, ao km 373, em Ourinhos. O governo estadual vai investir R$ 410 milhões nos serviços.

O trecho, usado pelos caminhoneiros como rota de fuga dos pedágios da rodovia Castelo Branco, está entre os piores do Estado em conservação, segundo os usuários. O projeto está sendo feito pelas empresas Engevix e Planserv, contratadas pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER), e deve ser apresentado em dezembro. Em seguida será aberta a licitação. As obras serão financiadas pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

O trecho a ser reformado é mais crítico entre Angatuba e Itaí. São cerca de 100 quilômetros de asfalto com ondulações e buracos, praticamente sem acostamento. De janeiro a agosto, foram registrados 45 acidentes com onze mortes nesse trecho, segundo a Polícia Rodoviária Estadual. De Itapetininga a Ourinhos, a rodovia é administrada diretamente pelo DER sem cobrança de pedágio e, segundo o órgão, não há plano de entregar o trecho à iniciativa privada.

A Raposo Tavares é a mais longa rodovia do Estado de São Paulo, com 654 quilômetros – tem início na região do Butantã, na capital, e vai até Presidente Epitácio, na divisa de São Paulo com Mato Grosso do Sul. Alguns trechos, como o de Cotia a Itapetininga e de Ourinhos a Presidente Epitácio, foram incluídos no programa de concessões do governo estadual e têm pedágios.

 

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