Moradores querem pombos fora da praça em Presidente Prudente
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Moradores querem pombos fora da praça em Presidente Prudente

José Tomazela

08 de setembro de 2015 | 14h47

A cena dos pombos rodeando as pessoas e comendo nas mãos deixou de ser um atrativo e virou um problema para os frequentadores das praças Nove de Julho e Monsenhor Sarrion, na região central de Presidente Prudente. Moradores querem que a prefeitura adote novas medidas para reduzir a população das aves nesses locais.

A preocupação é com a sujeira e as fezes espalhadas pelos bancos, gramados e folhas das árvores dos logradouros. No ano passado, a prefeitura instalou equipamentos sonoros nas árvores para afugentar os pássaros, mas os efeitos duraram pouco. De acordo com moradores, as aves se acostumaram e já não são repelidas pelo som.

Para alguns, elas ficaram mais atrevidas, pois agora pousam até no capô dos carros e sobre os ônibus do transporte público.

O município baixou uma lei proibindo a alimentação dos pombos. A multa pode chegar a R$ 440, mas nunca chegou a ser aplicada, pois os poucos flagrantes envolveram crianças que se divertiam jogando pedaços de pão para os pombos.

Além da pomba doméstica, o arvoredo das duas praças atrai outras aves, como periquitos, rolinhas e avoantes. Os pássaros encontram água fresca e abundante no chafariz existente no local e, mesmo que passem o dia em outros locais em busca de comida, voltam à noite para dormir.

Os garis não dão conta de manter limpos os logradouros. A prefeitura estuda a mudança na sequência do som que repele as aves e a instalação de novos equipamentos, mas ainda não há prazo.

Pombos em chafariz da praça.

Pombos em chafariz da praça.

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