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Rima pobre, bolso rico

Haisem Abaki

25 de fevereiro de 2013 | 13h53

Publicado pela 1ª vez em 13/04/2010
Após dois meses de prisão, finalmente veio a liberdade polpuda.
Chegou a hora de comemorar com várias rodadas de panetone.
O pobre acusado sofreu e saiu com a cara barbuda.
Tudo culpa de um cineasta que pôs a boca no trombone.
Além do ex-chefe, a medida beneficia mais gente graúda.
Foi só alegria na festa cheia de aspone.
Houve até reza para celebrar a conquista parruda.
A vitória raiou depois de uma longa noite insone.
Agora só falta aparecer a grana, mas não se iluda.
São cuecas e meias mais recheadas do que silicone.
Essa turma não se abala e é muito sortuda.
Fica todo mundo bem, por mais que a consciência questione.
É gente gulosa por pizza e muito papuda.
Vai pepperone ou provolone?

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